quarta-feira, 2 de julho de 2014

Revisão dos 60 mil km

Ontem a viatura passou pela revisão dos 60 mil km. Achei que ia ser uma revisão cara, mas devo ter confundido as bolas. A lista básica custa umas quatrocentas e tantas Dilmas. (As quilometragens a serem temidas são 80 e 90 mil.)

Um item "extra" importante foi a substituição de pastilhas e discos de freio dianteiro (310 mangos o kit, mas alguma mão-de-obra). Duraram bastante, até; estava esperando pela má notícia a cada revisão desde os 30 mil km. Como muitos já sabem, carro com câmbio automático "come" os freios. Também fiz alinhamento e balanceamento.

Me ofereceram a troca do filtro de ar-condicionado, este eu deixei de lado porque já tinha sido trocado aos 50 mil km. Também me foi oferecido alguns opcionais, do tipo levantamento automático dos vidros; achei a oferta pertinente e são coisas que pretendo colocar no carro, mas estava com medo do custo total desta revisão, então fica pra revisão dos 70 mil que promete ser baratinha.

A programação das revisões da TR4 sempre inclui troca de velas, filtro de combustível e limpeza de bicos a cada 20 mil km, e de fato o motor parece estar mais "acordado" depois destas revisões de número par, portanto a programação é pertinente... Mas será que o combustível é tão ruim que entope tudo tão depressa?

A concessionária trocou de dono faz meio ano, então estava bem curioso para ver como seria o atendimento. Felizmente, continua bom. Notei que muitos funcionários ainda são os mesmos, pelo menos dois eu lembro da época da compra do automóvel. Baixa rotatividade é sempre um bom sinal.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

56.000km e pneus na terceira idade

A viatura está se aproximando dos 60.000km. Graças à recente orientação passada às concessionárias, economizei uma troca de óleo, mas em questão de semanas chegará a custosa revisão dos 60 mil, em que as correias são substituídas.

Retirando a capa de fibra de vidro para lavar e calibrar o estepe, deu pra notar quanto os pneus já gastaram. Já dá pra "ver" o fundo do sulco, estimo que a banda esteja com 4mm de profundidade. Como todos já devem saber, 3mm é o limite de segurança.

Então, estimo que até o final do ano ou 65.000km devo fazer a troca dos pneus, uma despesa estimada em 3 mil reais. As estimativas que tinha visto ao comprar o carro eram de 70.000km, então está dentro do esperado.

Como a TR4 tem tração traseira, desgasta os 4 pneus por igual, então não tem aquela dúvida montiniana de trocar primeiro os 2 dianteiros ou os 2 traseiros. O "fatiamento" da troca vai ocorrer tão-somente no parcelamento do cartão ;)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Problema com alarme

Tive um problema por estes dias, felizmente já solucionado: a viatura estava disparando o alarme sozinha de vez em quando. Não a cada cinco minutos, mas o suficiente para irritar.

Começou depois da última viagem para o "hinterland", enfrentei estradas muito pedregosas, e asfalto com muito buraco, de modo que a vibração foi grande.

Na noite da viagem o alarme recusou-se a funcionar. Podia ser o chaveiro ou o carro... até pressionei os fusíveis do quadro interno (por trás da gavetinha à esquerda do volante). Não adiantou nada, mas no outro dia de manhã funcionou normalmente.

Alarme disparando sozinho é um problema bem chato de resolver, porque pode ser qualquer coisa: sensor de porta com mau contato, sensor de movimento quebrado ou sensível demais, etc. etc. Mas vi o seguinte post no fórum 4x4 Brasil:

http://www.4x4brasil.com.br/forum/mitsubishi/95839-tr4-alarme-disparando-sozinho.html

Existe outra caixa de fusíveis na TR4, perto do motor. De acordo com a sugestão do fórum, pressionei os fusíveis -- de fato pareciam todos meio soltos -- e o problema desapareceu desde então!

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Probleminha na partida a frio

Agora o clima já está quente, estou fazendo este post "atrasado".

Minha TR4 tem um problema quando abastecida com álcool, provavelmente derivado do sistema de alimentação Flex. Ela só injeta gasolina na partida a frio abaixo dos 20 graus Celsius, enquanto outros carros injetam logo abaixo de 25.

Isto deve ter fundamento no controle de emissão de poluentes. A partida a frio com álcool funciona muito bem acima de 24 graus (sem injeção de gasolina) e também com tempo bem frio, porque aí o injetor sempre trabalha.

O problema é quando o ambiente está numa temperatura muito próxima de 20 graus: 20, 21, 22, às vezes até 19 graus. O injetor não atua. E o carro não pega. Alguns carros a álcool pegam com dificuldade sem o injetor, mas a TR4 não pega mesmo.

Depois de umas três tentativas longas, o motorzinho acaba se dignando a injetar gasolina e o carro pega de primeira. Ou seja, nunca fiquei "na mão" por isso, mas é chato. Parece que você tem um carro esculhambado, que demora a pegar de manhã...

Eu acho que acontece o seguinte:

a) O motor mantém o ar um pouco morno dentro do sistema de alimentação;
b) O sensor de temperatura sente o ar morno e orienta o sistema a não injetar gasolina;
c) Ao dar a partida, o ar morno dá lugar ao ar frio do ambiente, que não propicia combustão do álcool;
c) Depois de duas tentativas e uma pausa, o sensor de temperatura lê o ar frio e a ECU ordena a injeção.

Perguntei na concessionária se existe alguma regulagem para tornar a injeção de gasolina atuante em temperaturas mais altas, e disseram que não, que era um "problema conhecido" e o técnico me orientou a "bombar" o acelerador -- uma técnica que só funcionava com carro carburado a álcool, o único possível benefício disso é apressar a troca pelo ar frio no coletor.

Para não me aborrecer mais, passei a colocar 10% de gasolina no álcool, e depois acabei me conformando em rodar 100% gasolina o tempo todo, porque o preço do álcool voltou a ficar absurdo e estou fazendo muitos trechos curtos ultimamente, aí a diferença de consumo entre álcool e gasolina fica ainda pior.

Chato que é justamente no inverno que o álcool fica um pouco mais barato. Do ponto de vista da saúde do motor, o álcool vai melhor no verão porque mais volume de combustível refrigera melhor o cabeçote, mas o álcool também fica muito mais caro.

Acabei não mencionando o problema nesta revisão, mas em algum momento acho que uma solução terá de ser dada. Pensei até em colocar uma chave manual para rodar o motor da injeção, como era o caso do carros a álcool dos anos 80.

Revisão dos 50.000km

Depois de escapar de uma troca de óleo, chegou finalmente a revisão dos 50 mil, sem detalhes a resolver, exceto um que se manifestou no inverno e vai ser objeto de outro post.

Agora oferecem três opções de revisão de preço fixo: "básica", "recomendada" e "completa". Basicamente um cabo-de-guerra entre a empurrometria e o pão-durismo. Optei pela versão intermediária e solicitei como adicional que trocassem o filtro de ar, pois andei muito em estradas poeirentas nos últimos 10 mil km.

Depois me ligaram oferecendo trocar o filtro do ar-condicionado e higienizar o sistema de climatização, exatamente o item que está na revisão "completa" e eu tinha rejeitado, por achar que tinha sido feito na outra revisão. Disseram que a oficina olhou o filtro e achou-o bem saturado. Aceitei meio a contragosto (vendedores sabem que as pessoas não gostam de dizer não).

A revisão fixa sairia 450, no total deu 1050. Nisto estava o filtro de ar extra, é claro.

Não foi dinheiro de todo jogado fora porque, ao que parece, minha memória falhou e não tinha sido feito nada no ar-condicionado aos 40 mil km. Está gelando consideravelmente mais agora, então pelo menos o técnico não mentiu.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Troca de óleo apenas a cada 10000km

Sempre procurei respeitar a orientação de troca de óleo a cada 5000km. Não com a mesma pontualidade das revisões a cada 10000km, porque era claramente uma medida de conservadorismo, não uma necessidade imperiosa.

Normalmente o óleo não estava com má aparência ao ser trocado (já em outros carros, o óleo estava realmente um melaço ao avizinhar-se o prazo), o grosso da minha quilometragem é em estrada (não pego trânsito pesado com freqüência), e o próprio manual diz que pular esta troca de óleo não invalidaria a garantia de 2 anos.

Mas na última vez que fui à concessionária, há umas duas semanas, surpresa! A troca intermediária foi abolida. Agora é apenas a cada 10000km ou 6 meses, junto com a respectiva revisão.

O bolso e o meio-ambiente agradecem, é mais um item do esforço da MIT Brasil em diminuir o "TOC" - custo total de propriedade dos veículos por ela comercializados.

Não sei se as TR4 pré-flex também entraram neste novo esquema. É uma questão de perguntar na concessionária.

domingo, 7 de julho de 2013

Revisão dos 40.000km

A revisão foi "sem eventos", de extra mandei fazer apenas alinhamento e balanceamento.

Parece haver uma nova política nos preços de revisões, com preço fixo e relativamente camarada, e incluindo os materiais, como o óleo do motor. Minha revisão custou 1.100 reais, estava me preparando psicologicamente para algo perto de 2 mil. Talvez na temível revisão de 80 mil :)

Já de olho numa possível troca de carro no longo prazo (L200? Dakar? Full?) constatei que os valores estão bem aceitáveis para toda a linha MIT, a ponto da revisão de 40 mil da Pajero Full ser mais barata que a da TR4.

É uma tentativa mais arrojada de acabar com aquela má fama persistente de carros japoneses e principalmente coreanos (revisão cara por ser feita obrigatoriamente nas concessionárias da marca, já que poucos mecânicos independentes sabem mexer nestes carros.)